1.7.07

Encontro das águas

O segundo dia começou muito bem! Afinal, qual dia começaria mal com aquele café-da-manhã? Impossivel. Imagine você que eu comia todo dia, logo cedo, uma tapioca com queijo, mais uma fatia de pão caseiro fresquinho com requeijão e queijo, mais um suco de alguma coisa, geralmente cupuaçu, ou café preto quando dava vontade (na maioria das vezes era suco, ninguém merece tomar café quente naquele calorão!).

 

Depois dessa apetitosa refeição, fomos com o Sebastião Borges (o barco grande) até o pier do hidroavião. Lá, eu, Marina, André (reportér) e o Ismael (cinegrafista) esperamos cerca de uma hora, até a Meri ligar pro piloto do hidroavião e dizer que o barcão já tinha chego no encontro das águas do rio Negro com o Solimões. Assim que a ligação foi recebida subimos no hidroavião, e sobrevoamos o impressionante encontro das águas. Eu não acreditava que tava vendo aquilo com meus própios olhos! Fiquei pasma, não acreditava que essa fenômeno da natureza realmente existe, e que pra mim ele deixou de existir só nas reportagens da TV.

 

Equipe e o piloto do avião no pier do mesmo

Encontro das águas

Sebastião Borges no encontro das águas

Manaus

Ah! Foi muito bom sobrevoar o encontro das águas e um pedacinho de Manaus com o Hidroavião, uma experiência inesplicavel e inesquecivel. Coisa que raramente se repitirá na minha vida. Enquanto existiu, foi bem aproveitado, muito bem aproveitado!

 

E viva a super produção! Enquanto nós estavamos dentro do hidroavião, o chefe da expedição, mais um outro cinegrafista, estavam dentro de um helicóptero fazendo imagens aéreas da cidade, do encontro das águas, e dessa nossa super produção. Por que afinal, dentro do barco ainda tava o escoteiro e históriador, Rodrigo, e a Meri. Viva a super produção.

 

Depois dessa maravilhosa experiência pessoal, profissional, visual, …enfim, voltamos pra o pier do hidroavião e ficamos mais uma hora esperando o barcão voltar. Tempo suficiente pra gente conversar, dar um tchibum no rio Negro, fazer guerrinha de água (Lele X Ismael), dormir debaixo do sol deitada no pier, virar motivo de piadinha enquanto dormia, pq segundo fontes eu ronquei, mas só ronco quando durmo de barriga pra cima, pô! Ninguém acredita, mas isso acontece com todo mundo. Deu tempo também da gente encontrar meu parente, o bicho preguiça! Que tinha um filhotinho abraçado na sua barriga. Mas ele é tão lindo! Tão lindo que nem me cansava ficar com o pescoço esticado pra cima.

Bicho Preguiça

 

Passada essa uma hora, o barco chegou, voltamos para nosso lar durante a expedição (piadinha ruim, né?). Depois do almoço, fomos até Manaus. Era dia de tarde livre! Fui mandar noticias pra casa, email pra casa, email pra Giulia que dizia "MEUUU… CADE A PORCARIA DA MINHA NOTA NA INTERNET?Vo morrer de curiosidade e saudade!". Incrivel que uns 15 minutos depois ela me respondeu, e eu voltei pra internet, e ela ainda não sabia da minha nota, e a gente continuava com saudades…

 

criado por le_dj    21:42 — Arquivado em: Sem categoria

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