30.7.07

Um pouco mais de mim

Um dia, antes de dormir, eu estava me auto-entrevistando. Ficou interessante enquanto em pensava. Pena que eu dormi e esqueci umas coisas. Sorte que a auto-entrevista era formada por perguntas simples, não bem perguntas, mas eram coisas que me fazem ser quem sou. Então vamos lá!

 

Eu e eu mesma

Um pensamento…. Ser feliz, sempre!

Um desejo… Não dever satisfações a ninguém

Um vício… Internet

Uma cor… Laranja

Uma comida… Arroz e feijão novinho

Um doce… Chocolate

Uma recordação… Todo e qualquer acampamento escoteiro

Uma música… Eu preciso dizer que te amo -Cazuza

Uma paixão… Teatro

Uma frase… "Tu te tornas eternamente resposável por aquilo que cativas"

Um lugar… Qualquer um, desde que bem acompanhada!

Uma alegria… Os amigos

Uma tristesa… A distância

Um revolta… Falta de atitude do povo brasileiro

Um livro… Depois daquela viagem

Um filme… Efeito Borboleta

Um objeto essencial… Lapiseira -com grafite

Uma maravilha… O encontro das águas do rio Negro com o rio Solimões

Uma idéia… Fugir!

Uma raiva… Traição

Um esporte… Natação

Um tique-nervoso… Estralar os dedos

Um nervoso… Me fazer de trouxa

Um medo… Ser usada

Uma vontade… Conhecer a Europa

Um momento… Dois de Outubro de Dois mil e cinco

Um plano de vida… Jornalista bem sucedida

Um site… www.naosaiacomele.com.br

Uma pessoa… Meu avô

Um amor… Meu pai

Um arrependimento… Nenhum, sou orgulhosa!

Um defeito… Individualista

Uma qualidade… Organizada

Um defeito-qualidade… Afetiva

Uma idade… 100 anos do escotismo

Uma parte do corpo que gosta… Sorriso (é parte do corpo? rs)

Uma parte do corpo que não gosta… Pé!

Uma mania… Dormir abraçada com a almofada

Um pedido… De paz

Um animal… Arara Azul

Um lema… Sempre Alerta!

Uma flor… Margarida

Uma arvore… Eucalipto

Uma sensação… Ansiedade

Um dia… Sábado

Uma coisa que ainda vai ter… Dreads e tatoo (mais uns princings)

Um sotaque… Catarinense

Uma temperatura… 12 °C

Um palavrão… PORRA!

Um pecado… Gula

Um número… Sete

Um telefone… Da Giu e da Fe (é, aqui são dois mesmo)

Um email… Do Augusto

Uma condição… Lealdade

Um apelido… Lelerdeza

Uma coisa que faça parte da personalidade… Palhaça, teimosa

Uma saudade… "Pega na minha e balança" -em todas suas versões

Letícia é igual a…? Alegria, sinceridade e confiança

Um conselho… Veja, peça e faça tudo com ALEGRIA

 

                                                                   -Demorei pra responder isso.

                                   by Eu mesma. -recortada pelo Augustonto.

 

 

 

 Beijos e AQUELE abraço,

Letícia.

Ah! Outro pedido: Comentem!

criado por le_dj    23:51 — Arquivado em: Sem categoria

26.7.07

Qual é o seu problema?

Qual é o seu problema?

O seu problema sou eu!

O seu problema sou eu não ser loira com peitos ENORMES!

O seu problema sou eu não ter fotos indecentes no orkut! Com metade do meu peito pra fora, mais as minhas pernas e a barriguinha sexy SEM PIRCING aparecendo!

O seu problema sou eu não ser como as outras.

O belo pra você seria eu rir de todas suas falsas traquinagens, dizer que era tudo incrível, que você era louco e que eu jamais faria igual.

O seu problema sou eu ter mais histórias que você. E serem todas bem mais empolgantes que as suas. Serem todas realmente verdadeiras traquinagens.

O belo pra você seria se eu aparecesse sempre com um decote gigante e uma saia curta. Seria eu rebolar a cada passo. E deixar qualquer coisa cair pra eu pegar e a minha bundinha modesta ficar pra fora!

Oh! Se isso é belo pra vc não venha me cobrar sabedoria!

Eu sei do que sei. Não te devo satisfações.

E se pensas que sou "certinha", não se iluda! Eu nunca disse que era santa!

E se pensas agora que sou a mãe de todas as mulheres vacas, não se iluda! Eu nunca disse que era uma prostituta!

Mas já chega! Não quero te mostrar quem realmente sou. Não faço isso com ninguém, com você muito menos. Eu sei quem sou, eu sei o que quero. Sei das minhas atitudes e sei das minhas razões.

Eu desisto! Nunca pensei que um dia fosse dizer isso. Cansei de procurar quem satisfaça meus desejos de menina.

 

by Dédé

"Eu sou assim. E se quiser gostar de mim, aí, meu samba é assim" -MD2

 

 

A campanha contra os homens filhos da puta e moles está de volta!

CANSEI DE CONTAR SOBRE A AMAZÔNIA! Façamos agora um verdadeiro tolices sagradas de um anjo ateu.

criado por le_dj    22:20 — Arquivado em: Sem categoria

12.7.07

Pau Rosa com Nhoque

Mais um dia em Parintins. Na noite passada outro escoteiro, o Luís, chegou no barco (esqueci de contar isso no dia certo), então, logo cedo eu e o Luís -também conhecido como Ramos - fomos até a casa do secretário da saúde ver com ele se era possível colocarmos em prática algumas ações escoteiras relacionadas a saúde no mesmo dia no período da tarde. Porém o dia era sábado, final de semana, todo mundo querendo descançar e nenhuma das comunidades funcionando! (Claro, né? Só em São Paulo que o povo é hiperativo e não para nunca!).

 

Inicialmente o secretário não se mostrou muito disposto a colaborar com a gente, depois ele foi vendo que tinhamos bons materiais e foi colaborando mais e mais. Mas mesmo assim ele não conseguiu nada para a gente!

 

O bom de cidade pequena é que todo mundo se conhece. Parintins não é das maiores cidades, ou seja, todo mundo se conhece. Como eu e o Luís estavamos vestindo o traje escoteiro neste dia, o taxista nos disse que conhecia um chefe escoteiro, e nos levou até ele.

 

Que escoteiro gosta de encontrar com outro escoteiro todo mundo sabe! A conversa rende que só vendo. Esse dia ficamos trocando informações básicas. Acho que aquela foi a primeira vez que escoteiros de São Paulo iam até Parintins. Engraçado, dava pra ver um brilho nos olhos do Chefe escoteiro de Parintins quando nós dissemos que desejavamos fazer uma atividade escoteira com o grupo dele, foi ai então que ele abriu um sorrizão e disse que a tropa escoteira masculina dele (Jovens de 11 a 15 anos) estariam em um campeonato de futebol a tarde, no "G29". Não confirmamos nossa presença no campeonato, porque até então o secretário da saúde não tinha nos confirmado nada.

 

Voltamos para o barco no horario marcado: meio-dia! Almoçamos! Ah, como eu sinto saudades dessas refeições. A comida só não era melhor que a da minha vózinha, mas era boa demais. E aquele creme de cupuaçu? E o abacaxi mais doce que eu já comi? Huum… inexplicavél! É pra deixar todo mundo com água na  boca mesmo.

 

Depois do almoço fomos gravar a matéria do Pau Rosa! Acreditem ou não, mas é desta árvore Pau Rosa que a essência do Chanel nº5 é extraída. A árvore já quase não existe mais na região e todos os locais que extraiam a essência, atualmente estão fechados pela lei.

 

Em seguida fomos até o campeonato escoteiro! Chegamos no final, o time do "caprichoso" havia ganho a final! Nos apresentamos para os jovens, e demos um jogo e uma canção. A atividade foi comandada pelo Luís. Inicialmente todos se mostraram bastante tímidos, mas depois já estavam bastante entretidos com o jogo. Aproveitamos a oportunidade para falarmos também de saúde bucal. O Luís, que é farmacêutico, falou um pouco com os escoteiros e depois demos escovas de dente para eles. Foi super bacana!

Infelizmente não tenho fotos dessa atividade.

Sim, eu sou uma pessoa desatenta muitas vezes!

É, eu sei que eu vacilei!

Acontece nas melhores famílias.

 

 

Voltamos para o barco, de taxi, nosso transporte comum quando o secretário do turismo não queria colaborar com a gente. De repente a Marina começa a rir e não para mais. O caminho todinho ela ficou rindo e eu não entendi nada. Chegando no barco ela me disse "Lê, o taxista chama Enoque, só que de manhã, quando você não estava, a gente fico chamando ele de "nhoque", mas acho que ele não gostou muito da brincadeirinha. E o pior foi que ele ainda disse: Meu nome é Enoque com N maíusculo, olha só na identidade". Eu ri! Foi a história mais maldosa de toda a expedição, mas eu ri muito. Mas o pior ainda estava por vir.

 

A noite toda equipe saiu para gravar o ensaio do Garantido, outro boi da festa de Parintins. Saímos em três taxis. Eu saia do barco conversando com o Ismael (cinegrafista),  e carregando as baterias da máquina, o Ismael seguiu em direção ao "gol bolinha", taxi do "nhoque" e eu o-seguia… mudei de fluxo na mesma hora que lembrei do "nhoque", só pensei que não ia aguentar, eu sabia que ia rir o caminho todo, fui em outro taxi, rindo da história do nhoque.

 

Chegamos no ensaio do Garantido cedo demais, ficamos esperando uns 40 minutos, tempo suficiente pra conhecer o ambiente, conversar, tirar foto, comprar brincos, bala…

Início do ensaio

 

E quando o ensaio começou não teve pra ninguém! Músicas, coreografias, figurinos e público tudo muito bom. Fomos muito bem recebidos pelos diretores do Garantido, ficaram todo o tempo com a gente e uma das moças ainda me disse "Vô fazer uma ala com vocês na festa" e caiu na gargalhada! Eu me sentia a própia gringa nesses ensaios. Já não tenho gingado nenhum, no meio daquela gente toda que dançava super bem, só faltava eu dançar com os dedinhos pra cima e um copo de caipirinha na mão. Hahahahaha!

 

Palco do Garantido - Boi vermelho e branco

 

Depois de muitas gravações, muitas fotos, passinhos novos e muita água, fomos embora! Dessa vez eu carregava o tripé -pesado que só - e ia levando ele até o táxi, cantando as músicas junto com a Marina, pensando no dia de amanhã, quando escuto o Ismael dizer "Oh Sr. Nhoque, abre aqui por favor" e apontou pro porta-malas, na mesma hora comecei a rir e rezei pra não ter que ir no taxi do "nhoque". Minhas preces não foram atendidas. Eu fui com o nhoque, e ainda fui no banco do passageiro, bem do lado dele, rindo muito! Rindo em silêncio, só a barriga tremia, e a cabeça quase toda pra fora do vidro pro tal do taxista não perceber que eu tava rindo, mas não dava pra segurar! Eu não sei segurar risada! Minutos depois eu já tava rindo muito alto, e continuei rindo até a hora de ir dormir.

criado por le_dj    22:32 — Arquivado em: Sem categoria

5.7.07

Dois em um

Posso contar dois dias em um único post? Se não puder eu vou contar do mesmo jeito, tô nem ai. hehehe. Foram dias relativamentes breves, não breves, mas sem muita coisa pra contar.

 

3º dia

Saimos bem cedinho de Manaus com o barco grande, nosso querido Sebastião Borges. Navegamos o dia todo. Enquanto o barco navegava a gente dormia, lia, ouvia música, cantava, jogava baralho e dominó, assistia DVD, comiamos o dia todo… enfim, inventavamos o que fazer, porque nunca tinha nada pra fazer em dia que o barco navegava.

 

Nesse dia eu resolvi tirar fotos, afinal já era o meu terceiro dia e eu quase não tinha fotos com tema: Lele na Amazônia, hehehe, o que eu ia colocar no orkut depois? rs, quanta merda!

Vento do rio Amazonas

E assim se passou o meu terceiro dia. No fim da tarde, -inicio da noite- chegamos na cidade de Itacoatiara. Descemos do barco só pra conhecer a cidade e ligar pra família.

 

4º dia:

E navega, e navega e navega sem parar.

Hoje o dia foi mais feliz! No terceiro andar do barco jogavamos dominó e cantavamos boas músicas nacionais bem alto, tão alto ao ponto de acordar o chefe da expedição! Ele sobe pro 3º andar, olha pra cara da Marina e pra minha e diz "é sempre culpa de estágiário".

 

Umas 16 horas chegamos em Parintins, a cidade amazonense onde acontece a segunda maior festa do Brasil. A festa do boi Caprichoso e Garantido. Pra nossa felicidade (pelo menos pra minha) chegamos na cidade, propositalmente, uma semana antes da festa, então estavam acontecendo os ensaios.

 

Como chegamos na sexta, na sexta acontecia o ensaio do Caprichoso. O Boi preto com a estrela azul na cabeça, ou seja, nada de vestir vermelho naquele lugar! Fomos gravar o ensaio. Ensaio que foi super divertido. Adorei demais, fiquei encantada, e ainda me disseram que o ensaio não é nada perto da festa, e eu já tava adorando o ensaio…

Lele com medo e o boi Caprichoso

O boi e a sinhazinha - Caprichoso.

Sou azul! Sou azul! Sou azul! Sou Caprichoso. Depois a gente não parou mais de cantar a música…

criado por le_dj    16:10 — Arquivado em: Sem categoria

1.7.07

Encontro das águas

O segundo dia começou muito bem! Afinal, qual dia começaria mal com aquele café-da-manhã? Impossivel. Imagine você que eu comia todo dia, logo cedo, uma tapioca com queijo, mais uma fatia de pão caseiro fresquinho com requeijão e queijo, mais um suco de alguma coisa, geralmente cupuaçu, ou café preto quando dava vontade (na maioria das vezes era suco, ninguém merece tomar café quente naquele calorão!).

 

Depois dessa apetitosa refeição, fomos com o Sebastião Borges (o barco grande) até o pier do hidroavião. Lá, eu, Marina, André (reportér) e o Ismael (cinegrafista) esperamos cerca de uma hora, até a Meri ligar pro piloto do hidroavião e dizer que o barcão já tinha chego no encontro das águas do rio Negro com o Solimões. Assim que a ligação foi recebida subimos no hidroavião, e sobrevoamos o impressionante encontro das águas. Eu não acreditava que tava vendo aquilo com meus própios olhos! Fiquei pasma, não acreditava que essa fenômeno da natureza realmente existe, e que pra mim ele deixou de existir só nas reportagens da TV.

 

Equipe e o piloto do avião no pier do mesmo

Encontro das águas

Sebastião Borges no encontro das águas

Manaus

Ah! Foi muito bom sobrevoar o encontro das águas e um pedacinho de Manaus com o Hidroavião, uma experiência inesplicavel e inesquecivel. Coisa que raramente se repitirá na minha vida. Enquanto existiu, foi bem aproveitado, muito bem aproveitado!

 

E viva a super produção! Enquanto nós estavamos dentro do hidroavião, o chefe da expedição, mais um outro cinegrafista, estavam dentro de um helicóptero fazendo imagens aéreas da cidade, do encontro das águas, e dessa nossa super produção. Por que afinal, dentro do barco ainda tava o escoteiro e históriador, Rodrigo, e a Meri. Viva a super produção.

 

Depois dessa maravilhosa experiência pessoal, profissional, visual, …enfim, voltamos pra o pier do hidroavião e ficamos mais uma hora esperando o barcão voltar. Tempo suficiente pra gente conversar, dar um tchibum no rio Negro, fazer guerrinha de água (Lele X Ismael), dormir debaixo do sol deitada no pier, virar motivo de piadinha enquanto dormia, pq segundo fontes eu ronquei, mas só ronco quando durmo de barriga pra cima, pô! Ninguém acredita, mas isso acontece com todo mundo. Deu tempo também da gente encontrar meu parente, o bicho preguiça! Que tinha um filhotinho abraçado na sua barriga. Mas ele é tão lindo! Tão lindo que nem me cansava ficar com o pescoço esticado pra cima.

Bicho Preguiça

 

Passada essa uma hora, o barco chegou, voltamos para nosso lar durante a expedição (piadinha ruim, né?). Depois do almoço, fomos até Manaus. Era dia de tarde livre! Fui mandar noticias pra casa, email pra casa, email pra Giulia que dizia "MEUUU… CADE A PORCARIA DA MINHA NOTA NA INTERNET?Vo morrer de curiosidade e saudade!". Incrivel que uns 15 minutos depois ela me respondeu, e eu voltei pra internet, e ela ainda não sabia da minha nota, e a gente continuava com saudades…

 

criado por le_dj    21:42 — Arquivado em: Sem categoria

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